A escola é um mundo de desigualdades, assim como a sociedade, fazer a leitura dessas diferenças é querer proteger talvez quem consideramos inferiores, menos capazes, com menas possibilidades.
Contraditório a essa questão me indago: É essa a prática que possuo? È essa prática que garante ao meu educando autencidade, segurança, visualização de possibilidades? É essa a prática válida?
Dúvidas!